quinta-feira, 13 de março de 2014

Vídeos: O que é cultura?


Pessoas, aassistam ao vídeo e respondam as questões.

1- Todo mundo tem cultura ou somente quem estuda é que tem cultura, explique ?
2- Afinal, o que é cultura?
3- A cultura é feita de valores, costumes, crenças... das pessoas e dos povos, a partir disso, existem culturas diferentes ou existe uma mesma cultura para todos? Resposta em um texto com três parágrafos.
4- Segundo o que você viu no vídeo, qual a importancia dos simbolos para a cultura?
5- Por que é normal ir à praia de biquini e não é normal ir ao trabalho de roupa íntima, qual a relação disso com os costumes valores e simbolos culturais?

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terça-feira, 4 de março de 2014

Da Cultura de Massa à Arte...caminhos

O que é Arte?!

O que é Estética?

A estética é um ramo da filosofia que se ocupa das questões tradicionalmente ligadas à arte,como o belo, o feio, o gosto, os estilos e as teorias da criação e da percepção artísticas.
Do ponto de vista estritamente filosófico, a estética estuda racionalmente o belo e o sentimento que este desperta nos homens. Dessa forma, surge o uso corrente, comum, de estética como sinônimo de beleza. É esse o sentido dos vários institutos de estética: institutos de beleza que podem abranger do salão de cabeleireiro à academia de ginástica.
A palavra estética vem do grego aisthesis e significa "faculdade de sentir", "compreensão pelos sentidos", "percepção totalizante". Assim, a obra de arte, sendo, em primeiro lugar, individual, concreta e sensível, oferece-se aos nossos sentidos; em segundo lugar, sendo uma interpretação simbólica do mundo, sendo uma atribuição de sentido ao real e uma forma de organização que transforma o vivido em objeto de conhecimento, proporciona a compreensão pelos sentidos; ao se dirigir, enquanto  conhecimento intuitivo, à nossa imaginação e ao sentimento (não à razão lógica), toma-se em objeto estético por excelência.Ou seja a arte é objeto de estudo da Estética.


O que é Arte?
— Em museu só tem velharia.
Ah, não adianta ir a museus, porque eu não entendo nada de arte.
Arte moderna, nem pensar. Esses caras fazem uns rabiscos, uns borrões e dizem que é arte moderna.
— E as esculturas? Amarram uns arames e ganham prêmios.
Arte é interpretação do mundo, Arte antiga, arte contemporânea, artesanato, arte popular, arte figurativa, arte abstrata. Que confusão! Tudo é arte? Ou só o que está no museu? Quem escolhe o que vai para o museu?
Vamos tentar começar do começo, estabelecendo algumas distinções e respondendo a uma pergunta de cada vez. Em primeiro lugar, deixemos de lado essas divisões da arte e pensemos um pouco sobre arte como forma de o homem marcar sua presença, criando objetos (quadros, filmes, musicas, esculturas, vídeos etc.) que oferecem uma interpretação do mundo tanto quanto uma frase. Só que em vez de dizer as coisas são assim, ele mostra, através da sua criação, que as coisas podem ser assim. Esta, então, é uma das primeiras características da arte: o objeto artístico fala à nossa imaginação, deixa ver/ouvir/sentir o que poderia ser. E, desse ponto de vista, não existe arte verdadeira
e arte falsa. Não existe mentira em arte. Porque a arte não existe para mostrar a realidade como ela é,ela pode fazer isso também, mas como pode ser. E as faces do poder ser são muitas. Daí, muitos tipos de arte.Por isso música,arquitetura, pintura, grafite, escultura, um filme, um programa de TV, teatro...são arte.
Aprofundando um pouco esta idéia, vemos que, no mundo atual, a função da arte e o seu valor não estão no copiar a realidade, mas sim na representação simbólica do mundo humano. Assim, a arte também é um dos modos pelos quais o homem atribui sentido à realidade que o cerca, e uma forma de organização que transforma a experiência, o vivido, em objeto de conhecimento, sendo, portanto, simbólica. Mas como se dá esse conhecimento?
Do lado do artista que cria a obra, ele parte da intuição, isto é, do conhecimento imediato da forma concreta e individual da experiência para a simbolização desse conhecimento em um objeto que também é concreto, sensível e individual. Do nosso lado, de observadores, de público da obra de arte, fazemos o caminho inverso: partimos da obra para chegar ao conhecimento de mundo que ela contém. Esse percurso não é fácil. Exige treino da sensibilidade, disponibilidade para entendê-la e algum conhecimento de história e história da arte. E como se chega aí? A sensibilidade só pode ser treinada através da familiaridade com muitas, com inúmeras obras de arte. Daí a importância dos museus, que reúnem e conservam várias obras, para que as pessoas possam ir adquirindo essa familiaridade com estilos, materiais, meios e modos diferentes de fazer arte. A disponibilidade é o deixar os preconceitos de lado ("não entendo nada de arte"; "arte moderna é um monte de rabiscos"; "esses borrões até eu faço" etc.), é o despir-se de frases feitas e do medo de fazer papel de bobo. É assim mesmo. Sempre que estamos diante de alguma coisa que não conhecemos ou não conseguimos entender, nossa reação é de negação e de afastamento por termos medo de fazer papel de bobo! A disponibilidade é isso: o querer entender, o deixar que a obra revele os seus sentidos a nós, por mais diferentes e inesperados que eles possam ser.
Gosto se discuti, se educa ou se lamenta?
A questão do gosto não pode ser encarada como uma preferência arbitrária e imperiosa da nossa subjetividade. Quando o gosto é assim entendido, nosso julgamento estético decide o que preferimos em função do que somos. E não há margem para melhoria, aprendizado, educação da sensibilidade, para crescimento, enfim. Isso porque esse tipo de subjetividade refere-se mais a si mesma do que ao mundo dentro do qual ela se forma. Se quisermos educar o nosso gosto frente a um objeto estético, a subjetividade precisa estar mais interessada em conhecer do que em preferir. Para isso, ela deve entregar-se às particularidades de cada objeto.
Nesse sentido, ter gosto é ter capacidade de julgamento sem preconceitos. É deixar que cada uma das obras vá formando o nosso gosto, modificando-o. Se nós nos limitarmos àquelas obras, sejam elas música, cinema, programas de televisão, quadros, esculturas, edifícios, que já conhecemos e sabemos que gostamos, jamais nosso gosto se ampliará. Acharemos que gostamos sempre das mesmas coisas.E isso é se manter na ignorância.
O Belo e o Feio

Vejamos, agora, as questões relativas à beleza e à feiúra.
Será que podemos definir claramente o que é a beleza, ou será que esse é um conceito relativo, que vai depender da época, do país, da pessoa, enfim? Em outros termos, a beleza é um valor objetivo, que pertence ao objeto e pode ser medido, ou subjetivo, que pertence ao sujeito e que, portanto, poderá mudar de indivíduo para indivíduo?
As respostas a essas perguntas variaram durante o decorrer da história.
De um lado, dentro de uma tradição iniciada com Platão (séc. IV a.C), na Grécia, há os filósofos que defendem a existência do "belo em si", de uma essência ideal, objetiva, independente das obras individuais, para as quais serve de modelo e de critério de julgamento. Existiria, então, um ideal universal de beleza que seria o padrão a ser seguido. As qualidades que tornam um objeto belo estão no próprio objeto e independem do sujeito que as percebe.
Levando essa idéia a suas últimas conseqüências, poderíamos estabelecer regras para o fazer artístico, com base nesse ideal. E é exatamente isso que vão fazer as academias de arte, principalmente na França, onde são fundadas a partir do século XVII.
Defendendo o outro lado, temos os filósofos empiristas, como David Hume (séc. XVIII), que relativizam a beleza, reduzindo-a ao gosto de cada um. Aquilo que depende do gosto e da opinião pessoal não pode ser discutido racionalmente, donde o ditado: "Gosto não se discute". O belo, dentro dessa perspectiva, não está mais no objeto, mas nas condições de recepção do sujeito. Kant, ainda no século XVIII, tentando resolver esse impasse entre objetividade e subjetividade, afirma que o belo é "aquilo que agrada universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente". Para ele, o objeto belo é uma ocasião de prazer, cuja causa reside no sujeito. O princípio do juízo estético, portanto, é o sentimento do sujeito e não o conceito do objeto. Apesar de esse juízo ser subjetivo, ele não se reduz à individualidade de um único sujeito, uma vez que todos os homens têm as mesmas condições subjetivas da faculdade de julgar. É algo que pertence à condição humana, isto é, porque sou humano, tenho as mesmas condições subjetivas de fazer um juízo estético que meu vizinho ou o crítico de arte. O que o crítico de arte tem a mais é o seu conhecimento de história e a sensibilidade educada. Assim, o belo é uma qualidade que atribuímos aos objetos para exprimir um certo estado da nossa subjetividade, não havendo, portanto, uma idéia de belo nem regras para produzi-lo. Existem objetos belos que se tornam modelos exemplares e inimitáveis.
Hegel, no século seguinte, introduz o conceito de história. A beleza muda de face e de aspecto através dos tempos. E essa mudança (chamada devir), que se reflete na arte, depende mais da cultura e da visão de mundo presentes em determinada época do que de uma exigência interna do belo.
Hoje em dia, numa visão fenomenológica, consideramos o belo como uma qualidade de certos objetos singulares que nos são dados à percepção. Beleza é, também, a imanência total de um sentido ao sensível, ou seja, a existência de um sentido absolutamente inseparável do sensível. O objeto é belo porque realiza o seu destino, é autêntico, é verdadeiramente segundo o seu modo de ser, isto é, é um objeto singular, sensível, que carrega um significado que só pode ser percebido na experiência estética. Não existe mais a idéia de um único valor estético a partir do qual julgamos todas as obras. Cada objeto singular estabelece seu próprio tipo de beleza.

O feio
O problema do feio está contido nas colocações que são feitas sobre o belo. Por princípio, o feio não pode ser objeto da arte. No entanto, podemos distinguir, de imediato, dois modos de representação do feio: a representação do assunto "feio" e a forma de representação feia. No primeiro caso, embora o assunto "feio" tenha sido expulso do território artístico durante séculos {pelo menos desde a Antigüidade grega até a época medieval), no século XIX ele é reabilitado. No momento em que a arte rompe com a idéia de ser "cópia do real" e passa a ser considerada criação autônoma que tem por função revelar as possibilidades do real, ela passa a ser avaliada de acordo com a autenticidade da sua proposta e com sua capacidade de falar ao sentimento.
E só haverá obras feias se forem malfeitas, isto é, se não corresponderem plenamente à sua proposta. Em outras palavras, quando houver uma obra feia, nesse último sentido, não haverá uma obra de arte.

Gosto se discuti, se educa ou se lamenta?
A questão do gosto não pode ser encarada como uma preferência arbitrária e imperiosa da nossa subjetividade. Quando o gosto é assim entendido, nosso julgamento estético decide o que preferimos em função do que somos. E não há margem para melhoria, aprendizado, educação da sensibilidade, para crescimento, enfim. Isso porque esse tipo de subjetividade refere-se mais a si mesma do que ao mundo dentro do qual ela se forma.
Se quisermos educar o nosso gosto frente a um objeto estético, a subjetividade precisa estar mais interessada em conhecer do que em preferir. Para isso, ela deve entregar-se às particularidades de cada objeto.
Nesse sentido, ter gosto é ter capacidade de julgamento sem preconceitos. É deixar que cada uma das obras vá formando o nosso gosto, modificando-o. Se nós nos limitarmos àquelas obras, sejam elas música, cinema, programas de televisão, quadros, esculturas, edifícios, que já conhecemos e sabemos que gostamos jamais nosso gosto se ampliará. Acharemos que gostamos sempre das mesmas coisas.E isso é se manter na ignorância.

Jeitinho Brasileiro

ÉTICA: o que é, para que e para quem?

Todo mundo já ouviu falar no "jeitinho brasileiro": poder, não pode, mas sempre dá-se um jeito... Muitos até chegam a achar que se trata de virtude a complacência com a qual as pessoas "fecham os olhos" para certas irregularidades e ainda favorecem outras tantas.
Certos "jeitinhos" parecem inocentes ou engraçados, e às vezes até são vistos como sinal de vivacidade e esperteza: por exemplo, quando se fura a fila do ônibus ou do cinema. Ou, então, para pegar o filho na escola, que mal há em parar em fila dupla?
Outros "jeitinhos" não aparecem tão às claras, mas nem por isso são menos tolerados: notas fiscais com valor declarado acima do preço para o comprador levar sua comissão, compras sem emissão de nota fiscal para sonegar impostos, concorrências públicas com “cartas marcadas".
O que intriga nessa história toda é que as pessoas que estão sempre "dando um jeitinho" sabem, na maioria das vezes, que transgridem padrões de comportamento. Mas raciocinam como se isso fosse absolutamente normal, visto que é comum: só eu? E os outros? Todo mundo age assim, quem não fizer o mesmo é trouxa; quem não gosta de levar vantagem em tudo?
Os exemplos dados ora são transgressões medianamente graves (como interromper o trânsito na rua), ora são ações claramente imorais (como o roubo do dinheiro público nas concorrências fraudulentas). Em todos esses casos, o "jeitinho" surge como forma autoritária e individualista de desconsiderar as normas da vivência em coletividade: são atitudes anti-éticas.
Ética é a área da filosofia que estuda as ações humanas. O quanto as nossas ações se  refletem na vida do outro e vice-versa. O papel da ética é pensar sobre os valores que temos. Sobre o bem e o mal, sobre  quais valores são bons e quais são maus.É refletir sobre a vida em sociedade.
Questões como jogar lixo na rua, respeitar os idosos, obedecer às leis, ser justo, honesto, respeitar o meio ambiente, ajudar, na medida do possível, os outros... Questões mais polêmicas como as drogas, a violência, a sexualidade, aborto, eutanásia, questões envolvendo a política. Enfim, o campo da ética é muito amplo. Tudo que diz respeito ao homem diz respeito à ética.
Podemos dizer que a Ética é a busca do bem, para si e para os outros: o bem comum. Portanto o sujeito que vive isolado, buscando somente seus interesses, não é ético. É por isso que o político que rouba o dinheiro público, o médico que não cumpre suas funções, o professor que não ministra suas aulas como deveria, o aluno que não faz as lições e que só faz bagunça, a pessoa que joga lixo na rua, o patrão que não paga de forma justa seus empregados, os programas de televisão que só buscam a audiência – ao invés de entreter, educar e informar de forma inteligente, que é o papel da televisão-, os pais que não educam os filhos, os filhos que não respeitam os pais... Todas essas ações são antiéticas porque elas não visam o bem comum. São ações egocêntricas (egoístas), são ações que não tem valor algum. São ações que não são virtuosas e só há ética onde há virtude.

Questões para reflexão

1-    O que você acha dessa cultura do ´´jeitinho brasileiro´´. É certo levar vantagem em tudo, mesmo passando por cima das leis e dos valores morais? Dissertação 20 linhas
2-   Você já deu algum jeitinho em alguma situação? Explique.
3-     Quem é honesto no pouco, é honesto no muito. Pequenas atitudes mostram quem você é. Esses ´´ditos populares´´ vão contra a cultura do dar um jeitinho. Você, sinceramente, concorda com esses pensamentos? 15 linhas
4-   O que é Ética e por que ela é importante para vida em sociedade? Explique.
5-     Qual a relação entre egocentrismo, altruísmo e ética?
6-     O problema da ética é que nós queremos que os outros sejam e nós...? Nós cobramos, mas não fazemos ou no máximo só fazemos se o outro faz. Ser ético é uma questão de consciência e não de esperar pelos outros. Fazer o bem é uma questão de hábito. Nós não dependemos dos outros ou do ambiente para fazer o bem? O que você acha disso? Você é ético e cobra ética dos outros ou você é daqueles que cobra dos outros, mas é adepto a cultura do jeitinho? Dissertação 20 linhas

Filosofia e Formação da Consciência

Filosofia e a Formação da Consciência 

A consciência é a percepção imediata de algo. É a percepção daquilo que se passa com o sujeito. É por ela que conhecemos as coisas que estão ao nosso redor. É através dela que fazermos as nossas escolhas (boas ou más). É através dela que agimos no mundo.
Se, é através dela que fazemos as nossas escolhas, é necessário formá-la bem. Ou seja, uma consciência mal formada é indicio de más atitudes ou atitudes mal refletidas (não pensadas, não analisadas). Mas como se forma a nossa consciência? Ela se forma através de nossas vivencias. Ela é formada a partir da família, da cultura, da sociedade, em que nós. Portanto, a nossa consciência, é formada no meio em que vivemos.
Segundo a psicologia moderna a consciência começa a se formar a partir da gestação, ou seja, já na barriga da mãe a criança começa a absorver as coisas ao seu redor ( boas e más ) e isso ela carrega pelo resto da vida.Esse processo continua pelo resto da vida,contudo, muito do que somos e seremos é fruto do que absorvemos nos primeiros anos de nossa vida ( dos 0 aos 7ou 8 anos ,quando atingimos o que a ciência chama de a idade da razão ).Algumas atitudes nossas hoje , são fruto do que ouvimos e vimos durante os primeiros anos de nossas vidas.
Mas a infância não é o fim do processo de formação da consciência. Como dito acima, ele continua ao longo da vida. Portanto, os nossos “traumas” de infância não devem ser desculpas para as nossas más condutas, para as nossas maldades, desonestidades,falta de iniciativa, egoísmos...
Jean –Paul Sartre ( 1905-1985 ),filosofo existencialista francês dizia: ´´O homem nada é enquanto não fizer de si alguma coisa ``e ainda:´´ Não importa o que fizeram de mim ( você ),o importante é o que eu ( você )vou fazer com o que fizeram de mim´´. Nestes trechos da obra de Sartre vemos que por mais difícil que foi ou que seja a nossa vida, nós podemos ser diferentes, nós podemos lutar por fazer as coisas de outra forma, muito diferente da que vivemos e vemos ao nosso redor. Não há determinismo (tudo já esta escrito, já determinado)´´filho de peixe,nem sempre será um peixinho.Nem todo negro será ladrão, nem todo ´´favelado´´ é desonesto ou traficante. Nem todo aluno de escola publica é desinteressado e quer as coisas de forma fácil e não se esforça por conhecer... Ou seja, podemos ser diferentes, podemos fazer com que as coisas sejam diferentes.O problema é saber se queremos ser diferentes e, se queremos nos esforçar por sermos diferentes
Mas como ser diferente se minha consciência foi mal formada e eu não tive a oportunidade de aprender as coisas certas? Como ser diferente, se desde criança, eu convivo com a fome, a falta de dinheiro, a violência, os xingamentos. Se desde criança ninguém se preocupou em me ensinar o que era bom ou mal. Se eu via as pessoas que deveriam me dar bons exemplos,fazerem coisas erradas? Como querer ser diferente se eu vejo as pessoas que são desonestas se darem bem, se eu vejo os traficantes e ladrões ganhando dinheiro e eu, minha família e as pessoas que buscam fazer o bem e serem honestas, ganhando uma miséria em trabalhos inferiores. Como fazer o bem se o mal, parece, ser melhor?
É para ajudar vocês a encontrarem as respostas para essas perguntas que a filosofia existe.A filosofia significa AMOR A SABEDORIA (conhecimento).Ela existe para que nós busquemos nos conhecer e, conhecer as coisas ao nosso redor, e assim sair da ignorância (ignorante é aquele que não conhece).Quando conhecemos fica mais fácil agir. O homem, diferente dos animais, não age só por instinto, buscando só a sua vontade, só aquilo que agrada: o homem diferente dos outros animais age de forma racional.
Por tudo isso que a filosofia é a melhor forma de encontrarmos as respostas para as perguntas que foram feitas nesse texto. Se utilizarmos a nossa racionalidade, se nos esforçarmos por conhecer ( ler livros, perguntarmos aos professores ...), se começarmos a nos questionar mais, se começarmos a ter atitudes diferentes, independente do que os outros acham, chegaremos às respostas que buscamos e assim teremos a oportunidades de formarmos ou reformarmos a nossa consciência. E não esqueçamos: sem uma consciência bem formada não há pessoas livres. E se não somos livres, somos animais que obedecem somente aos instintos e vontades. Animais que seguem a maioria, como ovelhas que seguem o pastor,mais não sabem para onde o pastor vai. Vocês preferem ser ovelhas ou Pastores (homens livres de verdade )?.O pastor é dono de si, sabe para onde vai; não depende dos outros, não segue os outros. É ele quem define o seu futuro . Quem define o seu futuro, você ou os outros? Quem define o que você veste,ouve ,assiste...? Quem define a sua vida é você mesmo?Ou são a televisão,a moda, a opinião da maioria...?
Se quiserem ser homens de verdade comecem levando mais a serio a escola, pois é para muitos, a única forma de serem diferentes,a única forma de serem livres, de definirem suas próprias vidas. Pensem nisso.  

Atividade
1-    Como foi a sua infância, como você formou a sua consciência? Você aprendeu as coisas certas ou faltaram algumas coisas? Se faltaram como você acha que pode aprender? 15 linhas
2-    A filosofia pode ajudar na formação da consciência? Como e por quê? 8 linhas
3-    A família é onde as pessoas deveriam aprender os verdadeiros valores. Em sua opinião porque as famílias não estão mais conseguindo ensinar os valores que deveriam?Qual a culpa dos pais, qual a culpa dos filhos? 10 linhas
4-    Vemos hoje que há, por ignorância, uma preferência pelo mal. Para você, vale a pena ser bom, mesmo que isso custe?Mesmo que você veja que o mal é, aparentemente, mais fácil? 20 linhas
 

Cultura de Massa, o texto.

A Cultura de Massa
          
Cultura de massa é a produção em serie de produtos culturais para um publico determinado. Massa da uma ideia de conjunto, de unidade, de multidão, de igualdade. Mas, como é possível uma cultura igual, se as pessoas são essencialmente diferentes. É possível às pessoas se vestirem de forma igual, gostarem das mesmas músicas, falarem da mesma forma... ?
Já a cultura popular é diferente.Ela surge de forma espontânea. Surge, da capacidade criadora de cada pessoal, cada comunidade (o samba carioca, o forró, o boi-bumbá, as festas juninas...).Ao contrário, a cultura de massa é produzida artificialmente pelos meios de comunicação de massa- rádio, TV, internet, jornais...) O objetivo é atingir o maior numero de pessoas possíveis. Esses produtos culturais não têm como preocupação a formação intelectual, moral, afetiva das pessoas. Tampouco se importam com a qualidade, o que importa é atingir os seus objetivos: dar audiência, que por sua vez atrai anunciantes, que vendem seus produtos etc. É SÓ UM NEGÓCIO.
Esta cultura é hipnotizante, entorpecente, indutiva. Ela é introjetada no ser humano de tal forma, que se torna quase inevitável o seu consumo, principalmente se a massa não tem o seu olhar e a sua sensibilidade educada de forma apropriada, e não tem acesso a outras formas de cultura. Do contrário, com os apelos desta indústria, personificados principalmente na esfera publicitária, principalmente aquela que se devota sem pudor ao sensacionalismo, é quase impossível resistir aos sabores visuais da avalanche de imagens e símbolos que inundam a mente humana o tempo todo. Este é o motor que move as engrenagens da indústria cultural e aliena as mentalidades despreparadas. A ignorância do povo é o que move essa indústria. As pessoas consumem esses produtos achando que não as influencia. Que não faz mal algum. Mas o resultado vemos na sociedade atual: pessoas que não sabem falar corretamente, que não se interessam em política, educação...que não possuem valor moral algum. Que saem por ai repetindo, como animais irracionais, os bordões criados pelas novelas e os programas de humor. Ex: ´´ Ronaldo!!!´´ ou ´´ Pedala Robinho´´... Enquanto a corrupção toma conta do pais, enquanto a fome, a ignorância, a violência, a falta de transporte público de qualidade, a falta de atendimento à saúde se agrava; o importante é saber o que acontece na novela, o importante é que tem baile funk... Nos contentamos com lavagem... mas deveríamos querer as pérolas ( Racionais Mcs).
O que a primeira vista poderia ser uma coisa boa, que é a ampliação da cultura ou o maior acesso da população aos bens culturais, se transforma em uma coisa ruim. O fato de muitas pessoas assistirem a um filme ou uma novela, ouvirem musicas numa rádio ou no MP3... Não significa que elas estão tendo acesso à arte, à cultura. Se por arte entendemos a forma que os homens têm de se expressar de forma, racional criando uma linguagem que agrada aos sentidos e a imaginação, e que, essa forma de expressão possui uma significação, ou seja, um conteúdo, um significado, será que podemos chamar de arte certos programas de TV, músicas e filmes que vemos e ouvimos?
Será que arte é isso que esses programas mostram? E se isso não é arte, por que as pessoas assistem ou ouvem?  Será que estamos deixando de sermos humanos e, estamos sofrendo uma espécie de retardo mental-cultural? Será que voltaremos aos estágios iniciais da evolução? Será que voltaremos a fazer as nossas necessidades fisiológicas no meio da rua? Será que voltaremos a tratar as mulheres como fêmeas (vendo só um pedaço de carne que serve para ser “comida”)? Será que as mulheres voltarão a ser somente fêmeas que servem (sexualmente) aos machos? Será que voltaremos a matar, somente para ter a posse de um objeto, (carro, tênis, celular)? Será que voltaremos a nos curvar diante de ídolos como os povos primitivos; deixando para trás os avanços culturais, científicos- tecnológicos que fizemos? Será que paramos de evoluir? E agora, o que fazer? Filosofemos.
 
 

 





Virtudes e Felicidade em Aristóteles

Felicidade e Virtude em Aristóteles Como, ao que parece, há muitos fins e podemos buscar alguns em vista de outros: por exemplo, a ...